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Casamento Cida e Pedro: “Me curei pra poder casar”

Na história de Cida e Pedro, já são 44 anos juntos. Conheça essa história repleta de amores e conquistas que resultou em um belíssimo casamento!

Eles poderiam ser os protagonistas desse post por estarem completando – nada mais nada menos que – as bodas de carbonato e por estarem com os pezinhos bem perto das sonhadas bodas de ouro. Mas, calma lá… Esses dois estão aqui por uma razão linda, poética e cheia de amor pra dar: no primeiro dia deste mês, Cida e Pedro colocaram os pezinhos no altar não para confirmar os votos ou para comemorar as bodas, mas para dizer o tão esperado ‘sim’ e, enfim, se tornarem um casal com direito a papel assinado, festa, cerimônia e muita, mas muita emoção!

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A história deles começou há 44 anos, numa praia de Santos. Pedro é espanhol, nascido em Madrid. Cida é de Marília e trabalhava em Santos. “Tinha uma conversa de que tinha um espanhol aprontando na praia, aí eu e minhas amigas fomos lá conhecer o tal do espanhol. Eu bati o olho nele e, não sei, na hora eu já disse: é esse, é meu e ninguém tasca“, relembra dona Cida, enquanto Pedro observava a resposta da, agora esposa, quieto, rindo baixinho, com um riso quase que inaudível.
O tempo foi passando… Os três filhos (Anahy, Vicente e Gabriel) nasceram… E, tempo vai, tempo vem, o casamento foi ficando em segundo plano. O motivo? Cida tinha um certo estigma sobre o matrimônio. “Eu tinha medo de casar. Eu tinha uma amiga que, depois que casou, ficou uns dois anos junto com o marido e o casamento deu errado. E eu pensava que, poxa, eu não queria casar porque não queria me separar do Pedro, então a gente foi deixando isso passar. Pra mim, não era um papel assinado que ia determinar a convivência que eu tinha com ele“, pontua. “E a gente vivia como casados, então não tinha diferença. Nunca tivemos pressão de filhos, nem nada, pra casarmos”, completa Pedro.

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Mas se você está aí se perguntando por que eles decidiram casar já que estavam bem alinhados com a decisão do não-casamento, temos uma resposta. “Ás vezes, o Pedro ficava falando, falando e falando que queria casar. Era uma coisa que durava pouco tempo. Mas ele sempre batia nessa tecla”, diz Cida. “É, mas isso começou há uns 4, 5 anos atrás”, enfatiza Pedro. “Que mentira, ‘bem’!”, acrescenta Cida, entre risos. “Mas foi um pouquinho antes de eu receber a alta do câncer que a gente estava em casa, vendo Faustão. Aí o funcionário do Faustão, que ficou 22 anos morando com uma mulher, fez um casamento surpresa pra ela. Eu estava deitada no sofá e o Pedro estava na mesa do computador. Eu ouvi ele falando baixinho ‘todo mundo casa, menos eu‘ e, nossa, me deu uma peninha desse homem. Na mesma hora, a Anahy, nossa filha, desceu e eu perguntei se ela tinha alguma data para outubro ou novembro disponível no Parthenon e ela disse que tinha… Era no dia 1º de novembro e minha filha ainda disse: ‘ninguém quer casar em véspera de finados’ e eu disse: ‘a tua mãe quer’“, complementa Cida, entre risos.

Mas, pera lá… Precisamos voltar a fita! Lembra daquele post que contamos a história do Parthenon Eventos?! Pois então! O senhor que presenteou a noiva com um salão dos sonhos para o casamento foi o Pedro – e a noiva, era Cida. “O pedido de casamento foi no dia da inauguração do Parthenon. Ele quase me matou do coração! Imagine… Ele com uma rosa na mão, de joelhos, me pediu em casamento. Quase tive um piripaque! Mas a gente não conseguiu casar perto da inauguração… Aconteceram muitas coisas, eu fiquei doente…”, enumera Cida, que descobriu ter enfisema pulmonar e um câncer. Diante disso, a ideia era casar só quando tivesse tudo nos eixos.

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Agora sim! Lembra da história do Faustão? Quando aquilo tudo aconteceu, dona Cida ainda estava fazendo o tratamento do câncer, então a possível data do 1º de novembro ainda era meio improvável. Mas, no fim, no fim, tudo deu certo. Cida recebeu alta do tratamento no dia 8 de agosto deste ano e pouco tempo depois já começaram os preparativos para o grande dia. “Eu me curei pra casar com esse homem. Deus já havia nos casado desde o primeiro encontro, tipo coisa de novela mesmo… Estava escrito nas estrelas”, declara Cida. Pedro já sabia tudo: queria até casar de terno amarelo. “Mas para o bem de todos e felicidade geral da nação, não deixamos ele casar de amarelo”, diz Cida, rindo. “Aí eu casei de capa e entrei com uma música de tourada”, contrapõe Pedro, rindo também. “Foi tudo lindo! Mas só vou ver tudo mesmo na hora que chegar o DVD… Porque na hora do casamento eu até tentei ver a entrada do Pedro com a Anahy, mas não deixaram”, brinca Cida.

 

O casamento

 

O dia do sim foi cheio de surpresa para a família de Cida e Pedro. As palavras que resumem são: surpresa, temporal, reviravolta e arco-íris. Calma… A gente vai te explicar tim tim por tim tim dessa história!

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Tudo começa com o Parthenon. É claro que dona Cida não ia desperdiçar o presente do noivo, o Parthenon. Como a ideia, desde o início, era fazer um casamento ao ar livre, não havia brechas para planos b, c ou d: era ao ar livre ou não era. “Imagine só: começou a cair um toró d’água no dia do casamento”, diz Cida. “Foi um temporal feio, que Deus o livre!”, complementa Pedro. “A água chegava no meu tornozelo”, grita o filho, sentado na sala ao lado. “Eu não fiquei nervosa, mas a cerimonialista ligou e disse que iram partir para o plano b. Eu falei que não tinha plano b. Meu desejo era casar ao ar livre. Todo o cerimonial foi feito para isso, então não tinha como fazer tudo aquilo se fosse lá dentro. Uma hora antes, parou a chuva… Na grama, tinha mais de um palmo de água”, ressalta Cida.

“Na hora que acalmou, a Vanessa, cerimonialista, foi buscar rodo na casa dela e dos vizinhos e os meus dois filhos, os garçons, o Dj Raffa e todo mundo que estava lá começaram a tirar água com o rodo. Eles desmontaram toda a decoração para tirar a água e deu certo. Foi tudo lindo e tivemos uma surpresa: o arco-íris”, destaca a noiva.
E a parte favorita da noiva foi justamente esse presente colorido, divino e dos céus – literalmente. “Foi o que eu mais gostei… Aquele arco-íris lindo, redondinho, completo no céu… Foi lindo demais”, enfatiza Cida. “Eu ainda espero chegar o DVD, viu?! Na hora, a gente não vê quase nada… É tudo muito corrido…”, conta Pedro, rindo.

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Os preparativos

 

E se foi tudo corrido, é bem por isso que o casal elege a fase dos preparativos como a parte mais gostosa dessa história toda de casar. “Todo mundo se envolve. É uma delícia! A gente ficou meses preparando caixinha para os padrinhos, eu escrevi o cerimonial inteiro do casamento, planejamos roupa, escolhemos vestido… A gente aproveita, pensa, planeja. É gostoso demais”, conta Cida. “Eu até desenvolvi uma ferramenta que auxiliava na confecção das castanholas que foram dadas de lembrancinha para os convidados”, relata Pedro.

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No casamento mesmo, os dois estavam tão empolgados que quase nem viram as escolhas que fizeram. “Era tanta gente querida feliz por nos ver casando, que a gente passava mais tempo conversando do que observando as coisas. Os docinhos, a comida… A comida mesmo, nem vi! Quando fui sentar pra comer, só tinha água na mesa”, confidencia Pedro, entre risos. “Pois é… Eu também nem comi! Mas foi perfeito! Coisa de cinema!”, complementa Cida.

 

Diferenciais

 

Além da entrada do toureiro Pedro com direito a capa e tudo, a noiva deu um baita susto nos convidados: ela entrou no salão ao som de ‘I love you baby’ dançando, balançando buquê e até pulando um pouquinho. “Eu via meus filhos desesperados por pensarem que eu ia desmaiar por causa do enfisema. Mas deu tudo certo! Foi bem lindo também”, brinca Cida.

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O casamento também contou com detalhes bem importantes: as 7 damas de honra eram todas sexagenárias, viúvas ou divorciadas e os padrinhos eram todos parentes ou afilhados de batismo de Cida e Pedro. “Foi muito lindo. As damas estavam todas maravilhosas e foi emocionante ver os afilhados sendo padrinhos”, evidencia Cida.

“Eu faria tudo de novo! Foi perfeito e queremos repetir”, diz Cida. “Daqui uns 3, 5 anos, já dá pra comemorar de novo, né?”, finaliza Pedro, o noivo que virou marido e que está realizado ao estar, finalmente, casado!

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Bolo falso: Açúcar Arteiro | Bolo verdadeiro: Sodiê Doces | Doces: Flor de Maracujá | Decoração: La belle flores | Cerimonial: Vanessa Mota | Banda: Rochel | Fotografia: Fernando Nagai | Filmagem: Universal Vídeos | Carro da noiva: Daniel Toledo | Make e Hair noiva: Day Schuartz | Traje noivo: Maximus | Vestido e véu noiva: Maximus | Acessórios noiva: Gi Biazetto | Iluminação e pista de dança: Raffa Som e Luz | Convites: Gráfica Adrijana | Personalizados: Feito por Fabi | Buffet: Dom Antônio | Cadeiras cerimônia: Festa de luxo | Toalhas: Buffet Madri | Música cerimônia: Grupo Mariage | Drinks: Cheers | Brinquedos: Mundo Encantado | Menus e Lágrimas de alegria: Versátil | Plaquinhas divertidas: Decor Sticker | Sapato Noiva: S5 | Salão: Parthenon Eventos

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  • Lucia Luzia Skalisz

    Que saudades desse evento maravilhoso, casamento da minha comadre, minha colega de profissão, que foi o que nos tornou amigas, e consequentemente comadres, batizou minha filha Luana, e Pedro batizou meu filho Rebert, que foram seus padrinhos de casamento, não é uma coisa inédita? Foi sim! Tudo lindo, maravilhoso e emocionante, com um comentário surpreendente de meu neto Joseph, de 7 anos, filho do Rebert -” eu nunca vou ver um casamento como esse!” E eu digo, nós também não vamos ver. Como esse, só o da Cida com o Pedro. Parabéns, parabéns!